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PROMOTOR DE JUSTIÇA CONFIRMA QUE PREFEITO BRANQUINHO NÃO É O RESPONSÁVEL POR PROIBIÇÕES DAS VENDAS DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL EM UNAÍ

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Na cidade de Unaí nos últimos meses estava um Disse me disse que o Prefeito Branquinho era o culpado do processo sobre o comércio de produtos de origem animal, sem certificação e que estava atrapalhando o pequeno produtor.

Essas Informações cuja fonte não era conhecida, geralmente sem fundamento, sendo publicamente divulgadas nas redes sócias (Facebook, whatsapp) mídias não oficiais que nos dias de hoje estão sendo mal usadas levando Mexerico; dito maldoso que se espalha pelo boca a boca.

E durante a abertura oficial da Feira de Inclusão Produtiva (do Projeto Noroeste Empreendedor), ocorrida no Palácio Rural do Parque de Exposições, na terça-feira (5/12). O Promotor de Justiça André Luiz Nolli Merrighi iniciou seu pronunciamento dizendo, “Muito se tem falado que o Prefeito Branquinho é o responsável por proibições de comércio e venda de produtos em Unaí. Acho que este é um momento importante para esclarecimentos”. Assim ele iniciou o seu pronunciamento deixando os presentes atento em suas falas, ele ainda narrou como encontro o referido processo inquérito civil que elucida o caso citado acima.

E explicou: “No município, havia o costume de se vender produtos de origem animal sem qualquer certificação. Isso gera, para a sociedade, um risco muito grande (à saúde). Os índices de tuberculose e brucelose no município são altíssimos. São índices da GRS (Gerência Regional de Saúde). Isso muito decorrente do leite sem qualquer inspeção“. Afirmou o Promotor

Segundo ele o problema exposto era procurar os órgãos competentes para inspeção e fiscalização e regularização para que lei fosse cumprida. Reuniram Emater, Vigilância Sanitária (municipal e estadual), Ima, CONVALES, Sistema de Inspeção Municipal (SIM) para tomar as medidas fiscalizatório. Explicou, “decidimos que seria feito um trabalho de orientação e acompanhamento dos produtores. E assim foi feito”. Exclamou o Promotor.

Durante sua “fala”, ele explicou que fizera aquele histórico para demonstrar que o que está sendo feito e cobrado pelo Ministério Público “não é o município exigindo ou proibindo nada dos produtores”. Ressaltou que a promotoria está apenas exigindo que a lei seja cumprida. Leis federal, estadual e municipal disciplinam o assunto. “O município atua como órgão principal fiscalizador, mas essa responsabilidade não é só do município. Então, o que o MP fez foi exigir que a lei fosse cumprida”.

A não observância da obrigatoriedade da publicação nas Imprensas Oficiais pode acarretar grandes problemas aos órgãos, como boatos, intrigas, que tomam uma proporção gigantesca. Por isso a necessidade de estar sempre de olho na imprensa oficial de sua cidade, pois as publicações no Facebook criam perfis que contêm fotos e listas de interesses pessoais, Isso para os órgãos públicos pode acarretar grandes problemas como todos esses boatos esclarecidos pelo o André Luiz Nolli Merrighi.

Texto e Fotos: Robismar Pereira./Fonte: Ricardo Ribas.

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