COMERCIANTES DE UNAÍ CONTINUA COM VÁRIAS DÚVIDAS SOBRE MEDIDA IMPOSITIVA DO GOVERNADOR ZEMA: ACE SÓ SE MANIFESTA POR GRUPO DE WHATSAPP

Comerciantes de Unaí continua com várias dúvidas sobre medida impositiva do Governador Zema, que coloca o noroeste, triangulo e norte na zona roxa. Mas até o momento os comerciantes de Unaí não se sabem o que fazer.

A ACE que tem em sua missão contribuir para melhoria da qualidade dos serviços aos seus associados. Mas até o momento pouco foi feito para defender seus associados.

Observamos que o comercio local está passando por uma fase difícil, como em todo brasil. Mas nos últimos dias observamos que a comunicação entre os associados e associação está falha, pois existe muitas dúvidas entre os comerciantes, segundo informações levantada pela nossa reportagem, até o momento  foi veiculado somente um áudio da presidente falando após o comunicado do Governador, confira o conteúdo do áudio : “ estamos de plantão na ACE CDL, estamos aguardando informações a respeito do funcionamento do comércio, entrei em contato agora com o Jurídico da prefeitura, com a doutora Tatiane. Ela informou que estava aguardando o decreto do governador Romeu Zema, pois até o momento, somente a deliberação foi publicada, por enquanto o que está em vigor é o último decreto municipal do dia 28/02/2021 vigente até o dia 21/03, qualquer informação adicional repassaremos no grupo.” Disse a presidente da ACE em um grupo de WhatsApp no dia 04 de março pela manhã.

Mais o que chama nossa atenção é que uma Associação comercial que tem como missão contribuir para melhoria da qualidade dos serviços aos seus associados e a sua visão é consolidar-se como uma associação referência na Região Noroeste do Estado de Minas Gerais, primando pela alta satisfação dos seus Associados. Só realizar um pronunciamento em um grupo de associados pelo WhatsApp.  Ligamos para alguns associados para saber se a informação chegou até a eles, das 5 ligações, segundo eles não receberam, ou não ouviram a mensagem da presidente.

Também perguntamos em um grupo destinado para os veículos de comunicação com o nome “ACE UNAÍ IMPRENSA” os seguintes questionamentos: “Gostaria de saber se a ACE soltou algum comunicado sobre a situação que os comerciantes estão passando? Qual é o posicionamento da ACE? Estou fazendo matéria e gostaria de saber? Quem pode me passar essa informação?” o que foi repassado, foi o áudio descrito acima. Outra pergunta que direcionamos foi:” teve alguma campanha na mídia local para conscientizar os empresários?”. A resposta foi a seguinte: “Até ontem pela manhã, ela estava aguardando o decreto. Vou me informar se depois disso houve alguma campanha.” Afirmou Istela Zica.

Vamos aqui deixar uma pergunta para os leitores do Portal Iluminar: APÓS UM ANO DE PANDEMIA O QUE VOCÊS LEITORES VIRAM DE CAMPANHAS REALIZADAS PELA ACE DE UNAÍ EM VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO DE NOSSA CIDADE, SOBRE O COMBATE AO CORONAVÍRUS EFETIVAMENTE EM DEFESA DO COMERCIO LOCAL?

Também vamos fazer uma matéria de quantos comércios fecharam em Unaí no período da pandemia, estamos aguardando dados da prefeitura para fazer a matéria. Mas segue os dados do IBGE logo a baixo.

 

COMÉRCIO É O SETOR MAIS PREJUDICADO PELA PANDEMIA, APONTA IBGE

Na segunda quinzena de julho, 29,5% dos comerciantes relataram prejuízo. Esse número subiu para 44,5% na primeira quinzena de agosto esses são os dados postados pela Agência Brasil 15 de setembro de 2020 às 13:50.

Das 3,2 milhões de empresas em funcionamento no país na primeira quinzena de agosto, 38,6% indicaram que a pandemia afetou negativamente suas atividades.

Já para 33,9%, o efeito foi pequeno ou inexistente e, para 27,5%, a pandemia foi positiva. Empresas de maior porte e intermediárias foram as que mais sinalizaram melhora de percepção.

Os resultados da quinta rodada da Pesquisa Pulso Empresa: impacto da covid-19 nas empresas, divulgados nesta terça-feira (15/09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), refletem as percepções das empresas em funcionamento ao final da primeira quinzena de agosto, frente à segunda quinzena de julho.

Segundo o IBGE, a percepção de impacto negativo mantém-se e é maior entre as empresas de pequeno porte, de até 49 funcionários (38,8%), e menos intenso entre as empresas intermediárias (de 50 a 499 funcionários) e as de maior porte (acima de 500 empregados), que indicaram maior incidência de efeitos pequenos ou inexistentes na quinzena – respectivamente 44,7% e 46,6%.

“A cada quinzena aumenta a percepção de efeitos pequenos ou inexistentes ou positivos entre as empresas de maior porte”, disse, em nota Flávio Magheli, coordenador da pesquisa.

As empresas dos setores de construção (47,9%) e comércio (46,3%) reportaram as maiores incidências de efeitos negativos na quinzena.

Por outro lado, no setor industrial, 38,9% relataram impactos pequenos ou inexistentes e, no setor de serviços, a incidência foi de 41,9%, com destaque para os segmentos de informação e comunicação (61,5%) e serviços profissionais e administrativos (45,6%).

COMÉRCIO FOI O MAIS AFETADO

Segundo a pesquisa, a percepção de redução nas vendas afetou mais o comércio, que passou de 29,5%, na segunda quinzena de julho, para 44,5%, com destaque para o comércio varejista, que subiu de 29,7% para 48,9%.

Em seguida aparece o setor da construção (36,2%), indústria (30,8%) e serviços (29,7%).

“Por setores, o comércio varejista e a atividade de construção são os mais afetados na quinzena. Dentre as regiões, o Nordeste destaca-se com 52% de efeitos positivos relacionados às medidas de flexibilização do isolamento. Já em relação às vendas, a percepção de redução atinge 36,1% das empresas, afetando principalmente o comércio varejista”, afirmou Magheli.

POR REGIÃO

Entre as regiões, o Nordeste destaca-se pela menor incidência de efeitos negativos (20,4%), e a região é onde ocorre a maior percepção de impactos positivos, passando de 35,3% para 52%.

Os maiores percentuais de impactos negativos foram encontrados no Sudeste (43,6%) e no Norte (41,9%), enquanto Sul (39,9%) e Centro-Oeste (39,8%) têm percepção semelhantes.

IMAGEM: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Agência de notícias da Empresa Brasileira de Comunicação.